terça-feira, 8 de março de 2011

Desfile de Carnaval


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ser amigo é...

Ser amigo é…

Dar abraços,
Dar beijos,
Dar festinhas.

Ser amigo é

Partilhar,
Partilhar e dar carinho,
Partilhar os brinquedos,
Jogar um jogo uma vez por semana.

Ser amigo é

Brincar num jardim com flores a cantar,
Partilhar as flores,
Oferecer flores,
Brincar num jardim com flores.

Ser amigo é

Brincar com os amigos no jardim,
Ouvir as flores a cantar,
Jogar à bola com os amigos.

Ser amigo é

Fazer os dois um bolo,
E cantar parabéns,
Ajudar os amigos quando eles precisam,
Respeitar as pessoas.

Ser amigo é

Brincar com os outros,
Ouvir os outros,
Partilhar com os outros,

Ser amigo é

Fazer desenhos para os amigos,
Não falar ao mesmo tempo,

Ser amigo é tão bom!



 Texto elaborado pelo grupo da sala 3 do JI da Vila

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Textos 4.ºano - Prof.ª Sónia

 foto daqui
O que eu quero ser

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Sonho do Manuel Hugo


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Hora do conto na biblioteca

No âmbito do projecto a ler + decorrem, na biblioteca e nas salas de aula dos 1º e 2º ciclos, várias actividades dinamizadas pela Dra. Dulce Carvalho, Dra. Fátima Coimbra, Dra. Daniela Carmo  e Ana Fernandes (ambas colaboradoras do COJ).

Hora do conto com a Dra. Dulce Carvalho

Quilómetros de Leitura


A partir do dia 12 de Outubro e até final do ano lectivo, tem estado a decorrer a actividade designada como “Km de leitura”. Destina-se a “contabilizar” a leitura feita nas diferentes disciplinas, em “distâncias” de 10Km por cada 10 minutos de leitura. Participa e ajuda a contabilizar muitos quilómetros para a tua turma! E não te esqueças de que ler é muito, muito importante, para o enriquecimento e para o desenvolvimento dos teus conhecimentos e saberes.

sábado, 23 de outubro de 2010

Textos alunos do 4.ºano - Prof.ª Sónia Caetano - EB1 de São Miguel

Ana Catarina


    - A limpar o Pó ...

Hélder Carvalho

    - O prato despejado

Jéssica Pereira

    - Uma queda na capoeira

Francisco Ferreira

    - Uma ida à festa

Pedro Pimenta

    - Quatro grandes desastres

Henrique Almeida

    - O Henrique trapalhão

Luís Eufrásio

    - Os meus desatres

André Eufrásio

    - Os meus acidentes

Hugo Coimbra

    - Um fim de tarde atribulado

terça-feira, 19 de outubro de 2010

É um livro...

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ler em família


 
     Quer que o seu filho(a) seja um bom leitor?
     A melhor receita é ler histórias em família ou na biblioteca… venha até cá e marque com o professor do seu filho(a).
     Escolha a sua história e venha partilhá-la connosco…


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

História do Mês - Outubro/Novembro 2010

Estava uma menina nova na escola. Tinha umas roupas engraçadas. Todos queriam saber quem era, mas só os mais corajosos foram falar com ela.
   - Olá, como te chamas?
   - Olá, eu sou a Rita República!
   - Rita o quê?
   - República! A minha família é muito importante. Nunca ouviram falar dela?
E lá foram todos a conversar com aquela menina. E ela foi contando que, há muito tempo atrás, no séculos passado, as pessoas viviam…


Usa a tua imaginação e continua a história da Rita Repúlica e os amigos…
Podes fazer individualmente ou em grupos, depois só tens que a entregar na biblioteca ou via email para biblioteca@aepoiares.edu.pt, até ao dia 30 de Novembro de 2010.

Participa e faz da tua história a História do Mês!!!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Comemorações do Dia Mundial da Música

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

MÊS DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES




Durante o mês de Outubro, o nosso Agrupamento de Escolas vai desenvolver algumas actividades relacionadas com o tema “Bibliotecas”:

☼ Puzzle de Poemas
☼ Estafeta de Poemas

Mais tarde, serão publicados os textos elaborados por cada turma/sala.
Deste mês, destacamos em especial o dia 25 que é o “Dia Mundial das Bibliotecas Escolares”.





“Miss República” – Candidata Seleccionada





No âmbito das comemorações do Centenário da Implantação da República, a nossa escola levou a cabo, entre as suas alunas, um casting para a eleição da “Miss República”.
De entre as vinte e cinco candidatas que se apresentaram, os júri seleccionou a aluna nº 14 do 6ºC – Miriam Alexandra Fernandes, por ser a que melhor correspondia ao perfil procurado.
Parabéns!








quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Casting Miss República 2010


Sabes que durante este ano comemoramos os 100 anos de Implantação da Republica?

No âmbito destas comemorações vamos realizar um concurso na Biblioteca: “A Imagem da República no séc. XXI.
As primeiras 25 raparigas que comparecerem na Biblioteca Escolar no dia 28, entre as 10 e as 13.30 horas, serão fotografadas para posterior apreciação de um júri constituído por elementos do Departamento de Ciências Sociais e Humanas.
A vencedora será aquela que for considerada mais parecida com o busto da República que está na sala de recepção dos Encarregados de Educação.
Para além de um prémio a vencedora será a seleccionada para figurar no cartaz oficial das comemorações da Implantação da República na nossa escola.

Concorre!

Não faltes no dia 28, das 10 às 13.30 na Biblioteca e mostra o teu melhor sorriso!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Dia Mundial da Música


Como sabes, no dia de 1 Outubro celebra-se o Dia Mundial da Música.
Tal como aconteceu no ano lectivo anterior, queremos apreciar as tuas capacidades e habilidades neste domínio!
Inscreve-te! Estamos à tua espera!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Cuidados com o livro

UM LIVRO DA BIBLIOTECA ESCREVE AOS SEUS FUTUROS UTILIZADORES

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ser Amigo é ...


O INVERNO

segunda-feira, 8 de março de 2010

A História de um Casal

-
-
Era uma vez o Miguel e a Miquelina, eles conheceram-se ainda muito pequenos, ainda frequentavam o infantário. Depois, começaram a namorar quando começaram o ciclo. Passado um tempo, acabaram os estudos, já tinham um emprego decente, iniciaram a procura de casa a pensar no casamento. Entretanto surgiu o casamento que tinha muita, mas gente, muitos floreados. O fato de Miguel azul-bebé e o vestido de Miquelina é lindo, lindo de morrer. Miquelina diz para Miguel:
-O meu vestido é tão lindo! (Com voz muito fininha). Ai querido, ajeita-me essa gravata! Olha eu só te digo isto para que tu não faças má figura em frente aquela gente toda.
Mas diz assim Miguel muito depressa:
-Eu não vou fazer má figura em frente de ninguém, porque a minha gravata está óptima. E se calhar, em vez da gravata vou utilizar um laçarote. Como é que eu me posso ter esquecido disto, se é uma ideia tão boa? Aliás, até vou mesmo usar o laçarote.
Mas Miquelina não concorda e resmunga:
-Tu é que sabes.
Miquelina e Miguel casaram-se. Dormiram juntos e tiveram uma relação sexual, em que o Miguel pôs uma semente que saiu do pénis para dentro do útero da Miquelina.
Miquelina não pode comer tudo o que quer. Depois nascem os gémeos Afonso e Margarida. Um pouco mais tarde Miquelina e Miguel têm de ter muitos cuidados com os bebés:
Miquelina tem de lhes dar de mamar de 3 em 3 horas, de lhes mudar a fralda quando é necessário e não os podem deixar brincar com coisas bastante pequenas que eles possam por à boca e engolir.

Maria Teixeira, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

André e Maria

-
-
Era uma vez um casal formado pelo André e pela Maria. Viram-se pela primeira vez numa discoteca, onde falaram e trocaram números de telefone.
Passado um mês, decidiram que gostavam demais um do outro para serem simples amigos e então o André decidiu pedir a Maria em namoro.
Uns anos depois, foram falar com o padre para os casar.
O casamento foi lindo, numa igreja grande. Depois da cerimónia, mandaram arroz para cima dos noivos.
Depois do casamento passaram uma semana nas Maldivas, onde tiveram relações sexuais, depois das quais a Maria se apercebeu que estava grávida.
O André pesquisou sobre gravidez e disse à Maria que não podia comer tudo o que queria.
Nove meses depois a Maria foi para a maternidade para ter os gémeos Afonso e Margarida.
O André e a Maria sabiam que durante os primeiros tempos de vida dos bebés tinham que ter alguns cuidados: pegar na cabeça dos bebés, ter cuidado a mudar as fraldas e outras coisas, porque eles são muito frágeis.

João Correia, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

A Vida de Pedro e Matilde

-
-

Era uma vez um menino e uma menina que não se conheciam um ao outro. Um dia foram a uma festa o rapaz viu-a e nunca mais a largou, ele gostou de tal maneira dela que foi logo falar com o pai para saber se autorizava o seu namoro. Ele respondeu logo que sim, mas que tinha de a tratar bem.
Contente, o Pedro foi ter com a menina para lhe pedir namoro, quando chegou ao pé dela começou a gaguejar, mas lá conseguiu pedir aquilo que mais ansiava, ala aceitou logo, mas ficou bastante corada com o sucedido.
No dia 27 de Novembro de 2000 casaram-se, convidaram tantas pessoas que não havia lugares que chegassem para tanta gente na igreja.
Tinham comprado um apartamento para viver, mas não tinham, dinheiro para as mobílias, então acharam que seria melhor pedir como prenda de casamento às pessoas alguns móveis para a casa, só ficava a faltar um carro, mas com o tempo iam tentar juntar algum dinheiro do seu trabalho.
Em Dezembro do ano 2000 a Matilde começou a ter alguns sintomas estanhos, achou que seria melhor ir à farmácia comprar um teste para ver se estava grávida, no dia seguinte ficou radiante com a notícia que iria ser mãe, alguns dias depois contaram aos seus pais que iriam ser avós, estes nem queriam acreditar.
No dia 30 de Setembro aconteceu aquilo por que tanto ansiavam, a Matilde tinha tido gémeos, uma menina e um menino a quem deram o nome de Isabel e Afonso, desde aqui viveram muito felizes.


Carlos Daniel Sousa Carvalho, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

Amor Perfeito

-
-
Certo dia uma menina estava no café, com uma chávena na mão, passou um rapaz que foi contra ela, sem querer, a chávena caiu no chão e partiu-se. Olharam-se olhos nos olhos e o rapaz pediu desculpa, mas também sentiu qualquer coisa no coração. Sentaram-se numa a sós a conversar e desde esse dia nunca mais se separaram.
Todos os dias ele passava no café para conversar com a menina. Os anos passaram, eles cresceram, assim como o amor entre os dois.
Já namoravam há muitos anos até que ele teve coragem de pedir a Julieta em casamento. Romeu e Julieta casaram-se e prometeram amor eterno. Romeu e Julieta convidaram para o seu casamento familiares e conhecido, o seu casamento foi o mais lindo da aldeia.
Havia tanto amor entre os dois, um amor tão grande e profundo que os dois quiseram ter filhos.
Depois da Julieta estar grávida durante nove meses, a Julieta foi para a maternidade e os médicos disseram que eram gémeos (Afonso e Margarida).
Mas enquanto está grávida, a mulher não pode comer tudo o que quer, porque ás vezes a mulher tem uma grande vontade de comer doces e isso não pode ser porque a comida que a mãe come também vai para os bebés.
Os bebés cresceram, cresceram e a barriga acabou por não aguentar mais e os bebés tiveram que sair. Os bebés eram tão bonitos, fofos e engraçados.
Romeu e Julieta foram para casa mais os dois bebés, que eram o Afonso e a Margarida.
Mas agora os pais têm de ter mais cuidados, não dar peças pequenas aos bebés porque podem por na boca e engasgarem-se.
A mãe tem de os amamentar, dar-lhes comida. Mas também precisam de brincar e aprender a andar e a falar.

André Vaz, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

Uma Relação

-
-
Leonor e Daniel conheceram-se quando entraram para o Jardim de Infância, aos quatro anos. Eram muito amigos e quase vizinhos. Aos seis anos foram para a Escola Primária.
Um dia, quando a Leonor e o Daniel chegaram ao oitavo ano, o Daniel pediu-a em namoro e claro que a Leonor aceitou.
Passados doze anos, mais ou menos com vinte e cinco anos, o Daniel pediu em casamento a Leonor e ela disse que sim. Casaram-se e passado algum tempo, a Leonor dirigiu-se ao hospital porque andava com dores de barriga. Foi vista por um médico, que lhe disse que estava grávida de gémeos. Contou logo ao Daniel o que se estava a passar e ele ficou radiante com a notícia. Leonor sabia que agora não podia comer tudo o que lhe apetecesse, pois poderia pôr em risco a sua saúde e a dos bebés. Alguns meses depois, nasceram os gémeos, o Afonso e a Margarida. O Afonso era muito irrequieto, ao contrário da Margarida, que era muito sossegadinha.
Leonor e Daniel tinham muitos cuidados com os bebés: mudavam-lhes as fraldas quando estavam sujas, davam-lhes banho e uma boa alimentação, não os deixavam sozinhos e estavam sempre presentes na sua vida e na sua educação.

Ana Beatriz Coimbra Henriques, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

PEDRO e a BEATRIZ

-
-
O Pedro e a Beatriz eram colegas na escola e conheceram-se na sala de aula.
Depois passou muito tempo e foram para Faculdade. O Pedro ficou como Professor de Ciências, por isso era um cientista. A Beatriz tirou o curso de Medicina e passou a ser médica.
Depois decidiram-se casar na Igreja matriz. O Casamento teve como convidados os pais, os familiares, os amigos e os antigos colegas da escola mais amigos.
A Boda foi na Quinta do Mourão, porque o noivo conhecia o dono desde pequenino.
Mais tarde decidiram ter filhos e a Beatriz ficou grávida e teve dois gémeos, o Afonso e a Margarida. Durante a gravidez a Beatriz teve cuidado com a alimentação e só comia coisas saudáveis.
Depois de os Bebés nascerem, os pais tiveram muito cuidado com eles e criaram-nos com hábitos saudáveis e naturais protegendo-os o melhor que sabiam.
Foram todos Muito Felizes!

Pedro Bernardo, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

A vida de dois gémeos

-
-
Numa bela tarde de Primavera, o Henrique e a Leonor conheceram-se num belo jardim á sombra de uma árvore.
Conversaram muito ficando amigos. Graças á amizade passaram a encontrar-se muitas vezes e daí surgiu o namoro.
Namoraram dois anos e ao fim desses anos decidiram casar-se.
Mais tarde a senhora engravida dando-se a junção dos espermatozóides com os óvulos da senhora (mãe) de onde nasceram o Afonso e a Margarida.
A alimentação é normal para grávidas só não devem beber bebidas alcoólicas.
Os cuidados que se deve ter com os bebes é dar-lhes sempre banho todos os dias, por creme no corpo todo, vestir roupas lavadas, ferver ou esterilizar a chupeta e biberão, mudar as fraldas várias vezes ao dia.
Quando começar a comer deve ser sopa bem passada com tudo, fruta cozida maçã ou pêra, papas, iogurtes e muita água.
Os pais têm de levá-los ao médico para eles lhe darem vacinas, e assim é a vida dos bebés.


Mafalda Carvalho Conde, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

O Menino e a Menina

-
-
Era uma vez, um menino e uma menina, que se conheceram num baile.
O Vítor e a Maria começaram a gostar um do outro e começaram a namorar.
Vítor e Maria gostavam muito um do outro e decidiram casar marcaram o casamento no dia 2 de Fevereiro para se realizar no dia 25 de Fevereiro. Começaram a entregar convites às pessoas amigos.
O casamento foi às 15:H, a noiva aí com um vestido branco e um grande véu na cabeça, e levava na mão um ramo de rosas amarelas, um laço preto amarela. O noivo ia todo de preto, uma camisa branca, um laço preto ao pescoço e um cravo ao peito.
Ao casamento foram muitas pessoas, quando os noivos saíram da igreja os convidados atiraram arroz e pétalas de rosas.
O Vítor e Maria gostavam de ter filhos e para e Maria engravidar têm de fazer sexo.
De mês a mês a barriga da Maria ia crescendo, mas Maria podia comer tudo o que quisesse desde que fosse saudável, para que os, bebes fossem crescendo perfeitos e saudáveis. Quando chegou aos 9 meses nasceram Afonso e Margarida. Agora a mãe tem de lhes dar banho todos os dias e a mama ou o beberam e depois dar uma palmadinha nas costas devagarinho para os bebes arrotarem.


Diana Isabel, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

Uma vida com dois gémeos

-
-
Era uma vez, dois amigos chamados Pedro e Andreia, eles conheceram-se na escola, e foram da mesma sala e da mesma turma durante muito tempo. Pedro durante o intervalo da escola convida a Andreia para irem ao cinema.
À noite depois de verem o filme o Pedro declarou-se a Andreia, e começaram a namorar.
Namoraram muitos anos e quando os estudos acabaram, pensaram em casar.
Casaram numa igreja cheia de gente até não haver espaço para mais ninguém. Depois foram almoçar com os convidados, e dançaram toda a tarde até ficar de noite.
Andreia começava a ficar nervosa porque ia ficar sozinha com o Pedro, ela sabia, que ia iniciar a sua sexualidade.
Passado um mês de estar casada, Andreia começava a andar muito mal disposta não podia ver comida.
Passados oito meses nascem os gémeos Afonso e Margarida.
Andreia tem que aprender a cuidar de bebés, tinha que saber mudar as fraldas, dar banho, ter cuidado com a cabeça dos bebés, tinha de dar mama e tinha que ir todas as semanas ao médico para saber se os gémeos estavam bem.


Beatriz Dias, 4.ºano, EB1 de Vila Nova de Poiares

A Minha Namorada

-
-
-
Sou o André , tenho 35 anos , sou casado e tenho 2 lindos filhos. Vou vos contar como conheci a minha mulher.
Andava no meu 10º ano , era um rapaz tímido e com poucos amigos, ela era uma rapariga popular ,inocente e muito linda . Sempre que passava por ela ficava corado e atrapalhado quando lhe dizia um simples”olá”.
Certo dia , estava no jardim ao pé da escola quando uns rapazes se vieram meter comigo , diziam assim :
-Então estas sozinho? Não queres companhia?
- Não, obrigado.
Ok responderam eles ao levantarem-se do banco onde estava , deitaram-me os livros para o chão e foram-se embora.
Já habituado a essas atitudes limitei-me a apanhar os livros ,mas ,vi duas mãos que não eram as minhas a ajudar-me ,era ela, a rapariga que eu tanto amava .
-Obrigado , disse eu envergonhado .
-De nada .Quem te fez isto são pessoas injustas.
-Pois.
-És lá da escola, não és?
-Sim, sou, eu a ti conheço-te há muito tempo.
Continuamos a falar, ela ficou admirada por eu saber tanto dela. Combinámos outras saídas até que demos o nosso primeiro beijo pedi-lhe em namoro com um jantar muito romântico. Vivemos felizes até hoje, casámos na igreja, tivemos uma boda, ou seja ,comes e bebes durante o dia todo e por fim tivemos a nossa noite de núpcias onde minha mulher engravidou dos nossos lindos gémeos que têm hoje 9 anos e chamam-se Margarida e Afonso.
E somos felizes todos juntos.

André Henriques - 4.ºano EB1 de Vila Nova de Poiares

Encontro para o sempre

----Bernardo Maria era um rapaz muito tímido, divertido e muito bonito. Ele estava a passear quando encontrou uma bela menina de nome Maria Afonso, que quis conhecer, achando que ela poderia ser a mulher da sua vida. Apesar da sua timidez, Bernardo fez de tudo para a conhecer.
----Ela achou graça a Bernardo começando assim a falarem e acabando por combinarem uma saída juntos.
----Foi a partir dessa saída que eles se começaram a dar muito bem. A cada dia que passava Bernardo ficava cada vez mais encantado com Maria e o mesmo acontecia com ela.
----Passado muito tempo, já conhecendo-se melhor Bernardo pediu a Maria se queria namorar com ele Maria aceitou. Namoram por muitos anos até que chegava aquele dia, o dia mais esperado de sempre, o dia do casamento, pois Maria e Bernardo estavam muito felizes. Depois do casamento Maria engravidou após ter feito relações sexuais com o seu marido. Dessa gravidez nasceram dois gémeos tendo como nomes Margarida e Afonso. Bernardo e Maria, agora pais depois de se filhos nascerem, tiveram de ter os maiores cuidados possíveis para tomar conta de duas crianças gémeas.


Trabalho realizado por: Aldina Maria Ferreira Marta – 4º ano/número 3, EB1 de Vila Nova de Poiares

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

História do mês

- Vai João ! passa a bola!

E o João deu um grande pontapé na bola.E ela voou, voou...

De repente, desapareceu! Lá foram todos a correr, procurá-la.

Passando a cerca de arame, encontraram, escondido entre as plantas, um...



Trabalho realizado pelas crianças do Jardim de Infãncia de São Miguel

----------------------------------------------------------------------------------------------------

NOTA: Por engano, este trabalho foi indicado como sendo realizado pelo Jardim de Infância de Vila Nova de Poiares, o que não corresponde à verdade. O mesmo foi realizado pelos alunos do Jardim de Infância de São Miguel.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A Aventura no Lago


Escola EB1 de Vila Nova de Poiares - 4.ºano

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

1.ºPrémio - História do mês

- Vai João! Passa a bola!
E o João deu um grande pontapé na bola. E ela voou, voou…
De repente, desapareceu! Lá foram todos a correr, procurá-la.
Passando a cerca de arame, encontraram, escondido entre as plantas, um pequeno lobo e o João e os amigos fugiram dele com muito medo dele.
Só que aquele lobo ainda era pequeno e não queria comer ninguém, o que ele queria era que alguém brincasse com ele e fosse seu amigo.
No dia seguinte, de manhã, achou que era giro jogar futebol e também outros jogos, nos quais, pudesse brincar com o João e os seus amigos. O lobo disse para ele próprio: “ – Já sei vou escrever para o João e amigos…” E assim fez.
Na carta ia: - João e amigos, o lobo que vocês viram ontem escondido, entre as plantas, não vos queria comer, só quer ter amigos que o deixem brincar com vocês, por favor!
Quando a carta chegou a casa do João e dos amigos dele, o João abriu logo o envelope e leu o que vinha escrito na carta.
O João e os seus amigos quando leram a mensagem, ficaram muito admirados pois nunca tinham visto um lobo que não comesse pessoas e que quisesse brincar e ter amigos.
O João e os amigos dele que eram também primos disseram:
- Sim, vamos aceitar o pedido do lobo e temos a certeza que vai ser muito divertido, brincarmos com um lobo!
Então escreveram uma carta ao lobo com o seguinte: Está tudo bem, concordamos contigo, encontramo-nos amanhã, no campo de futebol, onde jogamos, tu já sabes onde é…
O pequeno lobo chamava-se Salciscatineu e recebeu a carta e ficou muito feliz.
No dia seguinte, lá se encontraram e o João viu mesmo que era um lobo bom. Assim ficaram todos amigos, para toda a vida. Eles pularam, correram, deitaram-se no chão e saltaram muito.
Eles quando saltavam diziam:
- Yupi, isto é “bué de fixe”…
E lá viveram felizes para sempre…
EB1 de Arrifana
Filipe Carvalho – 3º ano

2.ºPrémio - História do mês

- Vai João! Passa a bola!
E o João deu um grande pontapé na bola. E ela voou, voou…
De repente, desapareceu! Lá foram todos a correr, procurá-la.
Passando a cerca de arame, encontraram, escondido entre as plantas, um pequeno… pedaço de plástico de bola. Todos desconfiaram e disseram:
- É só um bocadinho de plástico, vamos lá procurar a bola. Só que ninguém foi e comentaram ao mesmo tempo, virados para o João:
- Achas que é um pedaço da tua bola?
E o João também desconfiado disse:
- Bem, pode ser ou pode não ser. Mas agora vamos para casa que já estão ali os nossos pais.
No dia seguinte, quando o João ia para a escola encontrou outro pedaço de bola na estrada e outros mais adiante e pensou: - Deve ser do conjunto do outro bocado que estava ao pé das plantas!!! Então o João correu com os dois bocados até encontrar mais plástico.
Na hora do recreio, o João viu uns meninos todos esfarrapados de silvas com a sua bola perdida e viu também que se dirigiam para ele, quando disseram:
-Toma, é a tua bola, não é?
E o João quase sem palavras respondeu:
- Sim…sim… mas vocês aleijaram-se muito para irem apanha-la, não foi?
Os meninos já com lágrimas nos olhos acenaram com a cabeça e disseram:
- Sim nós só queríamos arranjar mais amigos para brincar.
O João com muita pena disse:
- Não a quero, fica para vocês, como viram que eu fiquei triste… mas fiquem com ela.
A partir daí todos brincaram para sempre e nunca mais deram chutos gigantes, na bola.

EB1 de Arrifana
Sofia Carvalho – 3º Ano

3.ºPrémio - História do mês

- Vai João! Passa a bola!
E o João deu um grande pontapé na bola. E ela voou, voou…
De repente, desapareceu! Lá foram todos a correr, procurá-la.
Passando a cerca de arame, encontraram, escondido entre as plantas, um pequeno bicho que tinha uma pata partida.
E o João disse:
- Deixem a bola , temos de cuidar do bichinho!
O João pegou no bicho com muito cuidado e levou-o para onde estavam a jogar à bola.
_ Mas que tipo de bicho é este? Perguntou o João.
E os amigos responderam:
- É um grilo.
Coitadinho, deve estar perdido dos pais, pois parece ser um grilo bebé.
O grilo fazia muito barulho, foi quando o João reparou que tinha uma perna partida e não só a patita.
- Temos de levá-lo já ao veterinário! Disse o João.
Levaram – o ao veterinário e ele disse:
- Ele tem uma pata e uma perna partida, têm de cuidar bem dele senão morre.
- Coitado, prometo que vamos tratar muito bem dele…
E o veterinário disse:
- Então vão lá tratar dele e voltem cá daqui a uma semana.
- Está bem! Respondeu o João.
Eles trataram dele e quando chegou o dia de irem ao veterinário, este disse:
- Está tudo bem com a pata e a perna do grilo, andaram a cuidar dele muito bem.
E o João comentou:
- Pois, eu sei que ele está muito melhor, já nem canta tanto como cantava quando lhe doía tudo.
Foram todos para casa e correu tudo muito bem com o grilo.

EB1 de Arrifana
Inês Rolo – 3º Ano

História do mês

- Vai João! Passa a bola!
E o João deu um grande pontapé na bola. E ela voou, voou…
De repente, desapareceu! Lá foram todos a correr, procurá-la.
Passando a cerca de arame, encontraram, escondido entre as plantas, um pequeno pássaro… que estava aleijado na cabeça, eles foram a um veterinário e ele desinfectou o corte que o pássaro tinha. O João e os amigos arranjaram uma gaiola e meteram lá o pássaro.
No dia seguinte, o pássaro piava muito, estava a agradecer ao João e aos seus amigos que lhe deram comida e água.
O João e os amigos queriam jogar à bola, só que não tinham uma bola e também não havia mais a vender.
Eles como não tinham bola, arranjaram algumas folhas de papel e embrulharam-nas e deu uma bela bola e jogaram.
Eles também fizeram uma bola pequena, para o passarinho brincar. Ele adorou o presente.
O João pensou porque é que ia comprar uma bola, pois podia fazer bolas de papel.
No dia seguinte, o João disse aos amigos o que pensou e ele falou… falou… falou… até que os amigos disseram:
- João, tens muita razão, sobre as bolas de papel.
Passado muitos anos o pássaro morreu e o João e os amigos choraram um mês, por causa da morte do pássaro.
Desiludidos eles guardaram a gaiola e a bola com muito cuidado, assim quando mexiam naquilo eles lembravam-se do pássaro. E pensavam:
- Coitado do Nosso pássaro.
Vitória… Vitória acabou-se a história!



EB1 de Arrifana
Joana Simões – 3º Ano

História do mês

- Vai João! Passa a bola!
E o João deu um grande pontapé na bola. E ela voou, voou…
De repente, desapareceu! Lá foram todos a correr, procurá-la.
Passando a cerca de arame, encontraram, escondido entre as plantas, um pequeno… cachorrinho muito fofo e esperto. Eles decidiram ficar com ele.
O João pensou:
-Ele pode ser-nos útil pata encontrar a bola. E lá começaram à procura dela imediatamente, começando por procurar perto do campo de futebol mas só encontraram insectos e flores.
Mais tarde, já não conseguiam procurar mais porque estavam muito cansados e foram para casa descansar.
De repente, o João resolveu colocar, na internet, um anúncio, onde falava da sua bola.
Ele disse para o seu cão:
- Espero bem que um dia alguém encontre a bola.
No dia seguinte, veio um menino bater à porta a dizer:
- Eu vi uma bola mas não sei se é a tua, João!
E ele respondeu:
Leva-me a esse sítio!
O menino levou-o a esse sítio e era no jardim ao lado do campo. O João disse assim:
- Esta bola é mesmo a minha, obrigado!
O João ficou muito contente e não parou de brincar o resto do dia…
E vitória , vitória acabou-se a história!



EB1 de Arrifana
Luísa Marques – 3º Ano

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

História do mês

- Vai João ! passa a bola!E o João deu um grande pontapé na bola.E ela voou, voou...De repente, desapareceu! Lá foram todos a correr, procurá-la.Passando a cerca de arame, encontraram, escondido entre as plantas, um...


Trabalho realizado pelas crianças da Sala 2 do Jardim de Infância de Vila Nova de Poiares

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O que é a arte?

Clique nas gravuras para ampliar


André Vaz
4.ºano - Turma.F

Histórias de Encantar

E belas princesas,
Que saem dos potes
Em lutas acesas!
Há príncipes fortes

Quem é o vilão?
Mezinhas, segredos,
Há reis e reinados
Se alguém não gostar

Que eu não digo, não!
Das nossas lareiras!
Uns vêm em prosa,
Tantas aventuras,

Trazem fadas, bruxas
Histórias de encantar,
E até feiticeiras,
Outros a rimar!

Quem é o herói?
Tesouros, encantos,
Mistérios e medos!
Contos, muitos contos,

A história é assim,
Aumenta-lhe um ponto!
Haja quem arrisque
Assim é que a conto...

3º Ano turma D

Numa casa muito estranha

Numa casa muito estranha
Vivia uma bruxa muito castanha
Cozinhava numa cama
E dormia na cozinha.

Limpava o pó com farinha
As meias na frigideira;
Deitava cem gatos na sala
As panelas na banheira
Os sapatos nas gavetas
Dormia sempre de pé
Punha os copos no fogão
E comia no bidé.

Escrevia com fios de água
Toda feita de chocolate
Varria a casa com garfos
Que adorava o disparate.

2º Ano Turma D

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Dia da Música

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A Ajuda dos Extraterrestres

Há muitos … muitos anos … vivia num país distante, do outro lado do Sol, uma bruxa muito má que tinha uma vassoura voadora, usando-a para se deslocar de um lado para o outro. Ela fazia poções para destruir o ambiente.
Neste país havia um rio encantado que tinha: a água muito cristalina, no fundo pedras brilhantes e peixes dourados que possuíam poderes, para resolverem os problemas graves das pessoas que eram boas.
Um dia a bruxa descobriu o que faziam os peixes e para que eles não voltassem a fazer o bem, ela decidiu começar todos os dias a deitar lixo, para o rio e à volta dele.
Como ela andou muitas semanas a poluir o rio, um dia os peixes começaram a ficar doentes, com a “Gripe do Lixo”, perdendo os seus poderes mágicos, pois estavam quase a morrer e ninguém os conseguia salvar, dos feitiços da bruxa.
Numa bela noite de luar, aproximou-se do rio uma nave vermelha, com luzes amarelas e azuis, a piscar como os pirilampos, iluminando o rio encantado, tornando-o ainda mais reluzente.
Nesse momento os peixes muito aflitos vêem a sair da nave, um extraterrestre verde, com umas antenas na cabeça, um nariz parecido com uma tromba d elefante, com um cinto onde estava uma lua e uns sapatos compridos e cinzentos. Logo a seguir a ele vinham mais extraterrestres que pareciam formar um exército, comandados por ele.
Eles dirigiram-se para perto do rio e ouvem alguém gritar:
- Socorro, socorro, ajudem – nos por favor!
Então os peixes, contaram toda a sua história deixando o extraterrestre preocupado e pensativo.
O extraterrestre mandou o seu exército ir buscar a bruxa, trazendo-a presa, para que não fugisse. Quando ela apareceu com eles, era quase de manhã e o extraterrestre disse-lhe:
- Bruxa, ou tu gastas os teus feitiços todos para salvares os peixes, ficas amiga do ambiente e tornaste – te uma bruxa boa, ou vais connosco para o nosso planeta, onde não gostamos de bruxas más. Lá serás obrigada a trabalhar vinte e quatro horas!
Perante a situação, a bruxa ainda tentou resistir mas decidiu aceitar a proposta do extraterrestre, começando logo a fazer feitiços, para que o rio ficasse limpo e os peixes com saúde.
Desta forma, o extraterrestre a meio da manhã, quando viu que tudo voltava à normalidade, entrou na nave com o seu exército, rumo ao seu Planeta, deixando os peixes felizes a cantarolarem e a bruxa triste e sem poderes…
Texto Colectivo – 2º Ano / A
EB1 de Arrifana

A Magia do Chocolate

A magia do chocolate, das algas ,
A bola do rebuçado do mar azul,
O cheiro a algas, laranjas macias e redondas,
O cheiro a algas amarelas, com sabor a banana,
Cheira a algas amarelas amarelas, com sabor a banana, no barco dos rebuçados,
As laranjas macias nasciam no mar azul,
A bola azul de chocolate era doce como o limão,
Havia magia pelo ar a voar!



Autoras
Inês Fernanda
Júlia Carolina
EB1 de Arrifana – 2º A

O Navio Encantado

Era uma vez um capitão
que um dia comeu um limão.

Ele vivia no navio encantado
era vermelho e cheirava a cravo.

O mar era salgado e azul
e quando o navio andava
parecia um véu de tule.

Tinha muita amizade
que sabia a morango,
E quando via os amigos
dançava um lindo tango.

Toda a família comia chocolate
mas ele não,
Só comi mesmo abacate.


Autores
Sofia carvalho
Marco José
EB1 de Arrifana – 2º A

O Navio da Magia

O barco do pirata era o navio da magia e era feito de chupas- chupas com sabor a morango. Ele era fantástico e tinha muita fantasia, por isso tinha se chamava o “ Navio da Magia”.
O barco tinha muita música e no mar havia muitos peixes.

Autores:
Fábio Joaquim
Luísa Raquel
EB1 de Arrifana – 2º A

O Barco da Alegria

O Barco da Alegria sabia a sumo de laranja.
O Barco da Alegria tinha umas palavras mágicas e elas eram : Amor, Fantasia e Amizade.
O barco cheirava a cereja, tinha um tesouro mágico que tinha muitas moedas e cêntimos.
O tesouro estava guardado por uma fechadura cinzenta.

Autores:
Leonardo Daniel
Raquel Sofia
EB1 de Arrifana – 2º A

O Navio Quadrado

O navio da paz e do amor era quadrado e tinha um coração de chocolate.
Dentro do baú estava muito ouro e muitas espadas.
Numa sala havia ananás, morango, chocolate, amêndoas e muitos limões.
A cor do navio era azul, branco e preto.

Autores:
Daniel Páscoa
Joana Pascoal
EB1 de Arrifana – 2º A

O Planeta Mágico

Era uma vez um navio que se chamava: “Navio do Capitão”.
Nele estava a palavra, “Abre-te Sésamo” que era uma palavra mágica que sabia a pão.

Autores:
Daniel Lourenço
Daniela Carvalho
EB1 de Arrifana – 2º A

No País da Magia

As palavras tinham sabores diferentes:
- fantástico sabia a chantili e era cor-de-laranja;
- por favor sabia a gelatina, era vermelho e gritava;
- imaginação sabia a chocolate, era lilás e falava muito alto;
- obrigada sabia a morango, era azul, falava baixo e era rugoso;
- magia também sabia a gelatina era amarelo, tinha voz de bebé e era liso.
Por isso o navio que parou lá chamamos, o “Navio da Ginástica e Navio Multicores Feliz”.

Autores:
Filipe Carvalho
Inês Rolo
EB1 de Arrifana – 2º A

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Nomes

Antonieta Andreia Ana
Márcia Madalena Mónica
Sofia Silvina Susana
Vera Vanessa Verónica

David Dário Daniel
Rodrigo Rui Ricardo
Marco Mário Manuel
Leandro Luís Leonardo

Hermínia Hélia Helena
Raquel Rosalina Rita
Fabiana Fernanda Filomena
Zélia Zulmira Zita

E outros mais colegas vou querer
com nomes fantásticos
que um dia irei conhecer
Ao andar por lugares mágicos.

Poema Colectivo - EB1 de Arrifana – 2º ano


Nomes

Alda Amélia Alzira
Ilda Inês Idália
Eva Emília Elvira
Dulce Diana Dália

Olga Odete Ondina
Vanessa Vanda Vânia
Marta Miria Mariana
Tatiana Tília Tânia

Laura Laurinda Liliana
Natércia Natália Natalina
Julieta Júlia Juliana
Celeste Célia Celina

E muitas mais pessoas
irei por aí conhecer
no”Reino das Sete Pontas”
Tudo pode acontecer.

Poema Colectivo - EB1 de Arrifana / Apoio ao Estudo -3º Ano


Estes trabalhos partiram de um poema os “ Nomes”, do autor José Fanha / Cantigas e Cantigos

segunda-feira, 11 de maio de 2009


Os polícias de Algaça…

No dia 5 de Maio vieram à nossa escola quatro agentes da G.N.R (Guarda
Nacional Republicana): dois agentes da Escola Segura e dois da Brigada Florestal.
Logo de manhã, falámos sobre a Natureza e como tratar dela. Vimos um filme
muito engraçado.
Depois do intervalo, vestimos uma farda de polícia e fomos para a rua. Sob a
orientação dos agentes mais “velhos”, mandámos parar os carros que passavam na
estrada perto da escola.
Conversámos com os condutores sobre algumas regras de segurança e
entregámos um panfleto com as mais importantes, esperando que não se esqueçam
da importância do seu cumprimento…
Foi muito divertido ser polícia por algumas horas!



Alunos da Escola de Algaça















QUEM VÊ CARAS NÃO VÊ CORAÇÕES


Era uma vez uma menina que queria que um rapaz reparasse nela porque a
menina gostava dele, mas a sua professora estava sempre a dizer «Quem vê
caras não vê corações» e para acreditar nela própria, ela estava sempre a
acreditar nela própria, mas por mais que tentasse não conseguia que o rapaz
reparasse nela.
- Porque é que eu não consigo? -Diz a menina.
E foi então que apareceu um homem que a ajudou.
O Homem disse à menina: Acredita em ti, quando era pequeno a minha
mãe estava sempre a dizer «Quem vê caras não vê corações».
Mas é o que a minha professora diz. Então se é assim, sobe aquela
montanha, vira-te para o mar, fecha os olhos e pede um desejo.
A menina disse: «Quem me dera que um rapaz reparasse em mim»
Passadas duas semanas a menina já andava com o rapaz e eram amigos.
Se nós acreditarmos em nós próprios conseguimos fazer o que queremos
como esta menina.

Sérgio Dias Marta
7 Anos – 2º Ano
EB Vila Nova de Poiares
Professora Graça Fereira
2008/2009

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A Escrita: Dimensão Textual





Trabalhos realizados pelos alunos dos 1.º e 2.ºanos da EB1 de Algaça

segunda-feira, 30 de março de 2009

Feliz Páscoa


Trabalho realizado pelos alunos dos 1.º e 2.ºanos da EB1 de Algaça

TEATRO DE FANTOCHES: O CRAVO E A ROSA


ADEREÇOS PARA O TEATRO DE FANTOCHES BASEADO NO TEXTO " O CRAVO E A ROSA "


Trabalho realizado pelos alunos do 2.ºano da Escola EB1 de Arrifana

sábado, 28 de março de 2009

O Ensino da Escrita: Dimensão Textual







Trabalhos realizados pelos alunos dos 3.º e 4.ºanos da EB1 de Algaça

segunda-feira, 23 de março de 2009

Diálogo entre uma rosa e um cravo

>
Era uma vez uma rosa vermelha e um cravo branco que viviam num belo jardim, da casa da Mariana.
Todas as manhãs eles zangavam-se por causa da sua beleza. A Rosa dizia:
- Cravo, fica a saber que sou muito mais bela do que tu, meu cravo esbranquiçado…
O cravo muito irritado com as palavras da rosa exclamou:
- Olha lá rosa, porque é que tu achas que és a mais bela deste jardim?
- Porque sou a favorita da Mariana, tenho uns picos muito giros, umas pétalas magnificas e redondinhas!
O cravo desata a rir da conversa da rosa e diz:
- És mesmo muito convencida, vaidosa e invejosa. Não vês que a Mariana cuida de nós por igual!
A rosa fica muito pensativa, envergonhada e responde:
- Talvez tenhas razão, cravo, nunca tinha pensado no que acabaste de dizer. Realmente a Mariana sempre nos tratou de igual forma, sem mostrar qualquer carinho especial, por nenhum de nós e tu também és muito bonito. Por isso peço-te desculpa porque fui egoísta e insultei-te, sem ter reflectido no que te disse.
- Está bem rosa, estás perdoada! E que tal criarmos laços de amizade entre nós os dois, de forma que nunca sejam desfeitos?
A rosa muito feliz responde ao cravo!
- Vamos, vamos que bom tenho um novo amigo…
E as duas flores no meio do jardim muito contentes abraçaram-se e disseram ao mesmo tempo:
- Gosto muito de ti!


Texto Colectivo / 2º ano ( Escola EB1 de Arrifana )

SOPINHAS

Sopinhas

Sopinhas de Quinta-feira
Estão sentadas na cadeira
Sopinhas de Outono
fazem-nos muito, muito sono
Sopinhas na escola
entram logo na sacola
Sopinhas de giz
pintam o juiz
Sopinhas da horta
só dá para a velha morta
Sopinhas do Carnaval
não levem a mal
Sopinhas de insectos
também levam fetos
Sopinhas do mundo
estão lá no fundo
Sopinhas da Sofia
fazem-se na pia
Sopinhas de Tangram
são boas para a mamã
Sopinhas de electricidade
vão para a comunidade
Sopinhas de crianças
enchem as panças.

Sofia Carvalho – 2º ano
>
>
Estes trabalhos foram realizados após a exploração do seguinte poema: ( ver mais )
>

Sopinhas

Sopinhas de grão
são boas no Verão

Sopinhas de mel
ó Dona Isabel!

Sopinhas de trigo
comigo e contigo

Sopinhas de vinho
para o cão do vizinho

Sopinhas de leite
não há quem rejeite

Sopinhas de nada
para a boca fechada

Sopinhas de tudo
para o gordo pançudo

Sopinhas de mar
à luz do luar

Sopinhas de entulho
já vou de mergulho.


Poema retirado: Cantigas e Cantigos
Autor : José Fanha

terça-feira, 3 de março de 2009

Banda Desenhada



Aula no âmbito da formação de língua portuguesa (PNEP) - EB1 de São Miguel 3.º e 4.º anos

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

História do mês: Janeiro / Fevereiro



O Monstro Terrível na Floresta das Maravilhas

Já todas as folhas de letras minúsculas tinham caído na Floresta das Maravilhas. Só se viam no ar os ramos em forma de letras maiúsculas. Os pequenos animais, vírgulas, pontos de exclamação e interrogação, andavam ali à procura de pequenas vogais para comer.
Perto do lago dos números, o ponto e vírgula parecia perdido... estava ali há horas a olhar para os números... Ele era cientista e estava quase a descobrir...
Ponto e vírgula, que era o cientista, estava ali, no lago dos números há horas, a olhar para aqueles números e estava a descobrir que no dia seguinte um monstro iria destruir a Floresta das Maravilhas.
Então ponto e vírgula foi avisar os amigos: as vírgulas, pontos de exclamação e de interrogação.
No dia seguinte, ponto e vírgula levantou-se todo cheio de remelas nos olhos e também como sempre divertido. Quando foi à janela reparou que o Monstro Terrível, tal como tinha sonhado, estava lá. Foi chamar os amigos que dormiram em casa dele, uma casa normal e pequena e quando os amigos repararam até se assustaram. Ponto e vírgula teve uma ideia, todas as letras, números e os sinais de pontuação contra o Monstro Terrível.
Depois daquela horrível guerra, ponto e vírgula descobriu que aquele Monstro Terrível tinha vindo das Trevas, porque o Monstro Terrível tinha no metal, que era o peito dele, escrito o seguinte «Eu adoro as Trevas porque lá é o meu mundo».
Então ponto e vírgula teve uma ideia, era esconder os números porque o Monstro Terrível gostava dos números, e assim fizeram, esconderam os números e depois conversaram com o Monstro Terrível.
Nisto o Monstro Terrível levou as letras e os sinais de pontuação até à sua nave. Quando ponto e vírgula reparou eles todos estavam nas Trevas, ponto e vírgula disse assim aos outros:
- Deixamo-nos ir com ele e depois, vamos embora na nave dele, assim ele nunca mais vai à Floresta das Maravilhas.
E assim fizeram.
Quando chegaram à casa do Monstro Terrível o ponto e vírgula e os outros ficaram lá um bocadinho e depois fugiram a correr para a Floresta das Maravilhas, a seguir soltaram os números e viveram felizes para sempre menos o Monstro Terrível porque não comeu os números.

Queila - 4º ano

EB1 de Arrifana

História do mês: Janeiro / Fevereiro



O ponto e vírgula e o monstro

Já todas as folhas de letras minúsculas tinham caído na Floresta das Maravilhas. Só se viam no ar os ramos em forma de letras maiúsculas. Os pequenos animais, virgulas, pontos de exclamação e interrogação andavam ali à procura de pequenas vogais para comer.
Perto do lago dos números, o ponto e vírgula parecia perdido…estava ali há horas a olhar para os números…Ele era cientista e estava quase a descobrir… o monstro que queria comer os números.
O ponto e vírgula era: colorido, tinha dez anos, era pequeno e gostava de investigar as coisas.
A Floresta Maravilha era: grande, tinha muitas árvores, um lago e outras coisas.
O ponto e vírgula continuava a olhar para os números mas não conseguia encontrar o monstro, então foi dizer aos seus amigos para terem muito cuidado porque no lago havia um monstro que queria comer os números.
Então os amigos dele começaram a ter mais cuidado.
Certo dia, o ponto de exclamação resolveu ir ao lago, quando estava a chegar viu sair da água muitas bolinhas e passado um bocado viu o monstro. Foi a correr a casa dizer aos seus amigos que tinha visto o monstro mas eles não acreditaram e começaram-se a rir.
Quando o ponto e vírgula chegou a casa o ponto de exclamação foi-lhe dizer que tinha visto o monstro, então o ponto e vírgula disse para ele ir com ele ao lago.
Quando lá chegaram viram o número sete a flutuar na água e a deitar muito sangue.
Então enquanto o ponto e vírgula tirava o número sete da água, o ponto de exclamação telefonou para o cento e doze.
Passados alguns minutos a ambulância chegou e o ponto de exclamação e o ponto e vírgula foram com o número sete para o hospital da Floresta das Maravilhas.
No dia seguinte o número sete, o ponto de exclamação e o ponto e vírgula foram para casa deles e deitaram-no na cama.
À tarde telefonaram da polícia para casa do ponto e vírgula a dizer que tinham conseguido apanhar o monstro.
Quando a polícia ia para ver o monstro, ele não estava lá, então telefonaram para o ponto e virgula a dizer para não deixar o número sete sair de casa porque o monstro tinha fugido.
Passados dois meses, o ponto de interrogação telefonou à polícia porque tinha visto outra vez o monstro.
Então a polícia foi capturar o monstro, no fim de o capturarem prenderam-no numa jaula, fizeram uma grande festa e tudo voltou ao normal na Floresta das Maravilhas.



Pedro Alves Silva - 4º ano
EB1 de Arrifana

História do mês: Janeiro / Fevereiro



O monstro do fundo do lago dos números

Já todas as folhas em forma de letras minúsculas tinham caído na Floresta das Maravilhas. Só se viam os ramos em forma de letras maiúsculas. Os pequenos animais, vírgulas, pontos de exclamação e interrogação, andavam ali à procura de pequenas vogais para comer.
Perto do lago dos números, o ponto e vírgula parecia perdido… estava ali há horas a olhar para os números… Ele estava quase a descobrir porque coisas tão estranhas se estavam a passar na sua floresta como as folhas de letras minúsculas terem caído e de, como a água era límpida, no mais fundo do lago estar qualquer coisa que ele infelizmente não conseguia identificar muito bem.
O Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula era muito esperto, tinha um nariz bicudo, olhos arregalados e um corpo muito delgado.
No dia seguinte todos se admiraram por verem o Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula enfiado o dia todo dentro de sua casa. Ele estava a preparar uma máquina que lhe permitia respirar debaixo de água como os números, a diferença é que os números não precisavam de máquinas nenhumas.
Conseguiu terminá-la nessa manhã e ia estreá-la nessa tarde só que de repente o céu ficou escuro e tinha começado a chover e a trovejar. A Floresta das Maravilhas estava mergulhada numa imensa escuridão, as ervas, vogais, ficaram alagadas e algumas com o excesso de água morreram, os ramos, letras maiúsculas, ficaram tão molhados que suspiraram de alívio quando no dia seguinte a chuva parou e o Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula ficara extasiado e escrevera no seu bloco especial de notas tudo o que se tinha passado.
Na tarde a seguir ao dia em que se tinha visto a escuridão total, quando a chuva já não caía, o Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula foi experimentar a sua máquina.
Quando chegou ao lago enfiou-se na sua máquina de respirar debaixo de água e foi até ao mais fundo do fundo do lago dos números. Quando os animais viram o Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula cercaram o lago. Todos eles: vírgulas, pontos de exclamação e interrogação estavam cheios de medo.
Entretanto debaixo de água o Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula falava com um monstro chamado Outono a quem disse para vir consigo para a Floresta Mágica explicar o que estava ali a fazer. O monstro foi com ele.
Chegaram os dois ao mesmo tempo e quando os animais: vírgulas, pontos de exclamação e de interrogação viram um monstro tão perto deles fugiram cada um para suas tocas. O Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula conduziu o monstro Outono para uma clareira onde o vento passava ameno e calmo, nem muito forte nem frio, perto de sua casa.
O monstro sentou-se numa cadeira e o Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula noutra cadeira, sacou de um bloco e procurou «Monstros que vivem no fundo do lago dos números». Depois de encontrar começou a perguntar:
- O que é que estavas a fazer no fundo do lago dos números?
- Eu sou um monstro chamado Outono, eu escondo-me no lago dos números e à noite eu faço o vento soprar e a chuva cair.
- Porque é que te chamas Outono?
- Por que eu venho da cidade Monstruosa e lá existem muitos monstros e cada um tem uma função e a mim calhou-me a função de fazer de estação do ano de nome Outono. Eu preciso de voltar à cidade Monstruosa porque sem mim não há Outono!
- Percebo… precisas de um veículo voador super sónico. Vou ver o que posso arranjar, até lá, ou seja, até eu te apresentar a todos os seres da Floresta Mágica tens que ficar aqui escondido. Está bem?
- Está!
Durante uma semana dedicou-se ao seu veículo super sónico, pois ele fazia tudo muito depressa, era apressado.
No dia trinta de Setembro apresentou o monstro aos habitantes da Floresta Mágica e deu-lhe o veículo super sónico onde ele viajou até à cidade Monstruosa e onde viveu e casou com a monstra Primavera.
Agora conto esta história verdadeira aos meus filhos pois eu sou o Doutor Senhor Cientista Ponto e Vírgula que continuo a ser usado por ti em quase todos os teus textos. Obrigado por não me achares velho e até sempre!


Célia Subtil
4º ano
EB1 de Arrifana

domingo, 15 de fevereiro de 2009

História do mês: Janeiro/Fevereiro

Já todas as folhas de letras minúsculas tinham caído na floresta das Maravilhas. Só se viam no ar os ramos em forma de letras maiúsculas. Os pequenos animais, vírgulas, pontos de exclamação e interrogação, andavam ali à procura de pequenas vogais para comer.
Perto do lago dos números, o ponto e vírgula parecia perdido.
Estava ali há horas a olhar para os números. Ele era cientista e estava quase a descobrir onde estavam os seus amigos para escreverem uma história.
Percorreu a floresta e encontrou todos, menos a vírgula. Onde estaria?
Os amigos ajudaram a procurá-la e viram-na junto ao lago a escrever um poema.
O cientista leu o que ela tinha escrito, gostou muito e pediu-lhe que continuasse a escrever. O Mundo precisava de poetas.


Rodrigo Marcelo Duarte Candeias
11/02/2009
4º Ano de escolaridade
E.B.1 de S. Miguel

História do mês - Janeiro/Fevereiro

Já todas as folhas de letras minúsculas tinham caído na floresta das Maravilhas. Só se viam no ar os ramos em forma de letras maiúsculas. Os pequenos animais, vírgulas, pontos de exclamação e interrogação, andavam ali à procura de pequenas vogais para comer.
Perto do lago dos números, o ponto e vírgula parecia perdido.
Estava ali há horas a olhar para os números. Ele era cientista e estava quase a descobrir qual era a frase maior.
De repente, veio uma ventania e levou as folhas em forma de letras. Ele foi rápido fechar a porta, apanhou as letras todas mas viu que faltava o “A”.
Foi procurá-lo à rua. Procurou-o no meio das flores mas não o encontrou.
Voltou para casa e reparou que o “A” já tinha chegado com o vento.
O cientista viu que tinha feito o abecedário.


Tiago Costa
11/02/2009
3º Ano de escolaridade
E.B.1 de S. Miguel

História do mês - Janeiro/Fevereiro

Já todas as folhas de letras minúsculas tinham caído na floresta das Maravilhas. Só se viam no ar os ramos em forma de letras maiúsculas. Os pequenos animais, vírgulas, pontos de exclamação e interrogação andavam ali à procura de pequenas vogais para comer.
Perto do lago dos números, o ponto e vírgula parecia perdido.
Estava ali há horas a olhar para os números! Ele era cientista e estava quase a descobrir porque é que os números do lago iam diminuindo.
Um dia, foi ao lago e quase morreu de susto. Já só lá havia um número, que disse ao ponto e vírgula:
- Era de noite e eu ouvi um barulho que vinha do fundo do lago. Então, de repente, uma luz vinda da água sugou todos os números. Por sorte, agarrei-
-me a um nenúfar e não fui com eles.
O cientista ficou paralisado dos pés à cabeça, durante dez minutos, ao saber o que tinha acontecido.
Foi para o laboratório, que tinha montado perto do lago, e pegou numa máquina de filmar, própria para água, e pô-la dentro do lago de forma a conseguir ver o que se passava à noite.
Fez uma engenhoca e disparou-a contra o número que imediatamente ficou transformado num super-número. Ele podia voar, atirar raios de neve, gelo, fogo, dava gritos que partiam todo o tipo de vidros (até mesmo cristal), andava à velocidade da luz, etc.
O cientista treinou o super-número, fazendo provas de obstáculos e testes de pontaria. Deu-lhe um fato de mergulhador e um escafandro e, à noite, o número aproximou-se do lago.
Imediatamente, saltou do lago um monstro com cerca de trinta e cinco metros.
O número olhou para o monstro e viu que ele tinha duas cabeças, oito pernas e dez braços. Quase que desmaiou de susto!

Mostrando-se forte, o número disse ao monstro:
- Ó monstro, devolve-me os meus amigos imediatamente!
- Primeiro tens de me ganhar. – respondeu o monstro.
Começou a batalha. O número disparou um raio congelador que paralisou o monstro, deixando-o num cubo de gelo, a seguir disparou uma bola de fogo que acertou no cérebro do monstro e uma lança de gelo que lhe acertou no coração.
O monstro morreu, o número abriu-lhe a barriga e retirou todos os seus amigos números.
Mais tarde, o cientista ofereceu uma medalha ao número. O poder já tinha desaparecido, mas toda a gente se lembrava dos actos heróicos dele.
Viveram felizes para sempre.



André Carvalho Henriques
11/02/2009
4º Ano de escolaridade
E.B.1 de S. Miguel